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Prefeitura de Presidente Prudente Intensifica Combate à Leishmaniose em Bairros Locais

| Redação
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A Prefeitura de Presidente Prudente, através da Vigilância Epidemiológica Municipal (VEM), está intensificando as ações de prevenção e controle da leishmaniose nos bairros Jardim Balneário e Residencial Servantes. Nesta sexta-feira (26/06), as equipes estão realizando a borrifação de inseticida nas residências para combater o mosquito-palha, que é o transmissor da doença.

Para que a ação seja eficaz, é fundamental que os moradores permaneçam em casa nos horários agendados pela equipe da VEM. A aplicação do inseticida é feita nas paredes internas e externas das casas, com uma média de 16 residências atendidas por dia. Ao todo, cerca de 300 imóveis na área próxima ao primeiro caso humano de leishmaniose registrado em Presidente Prudente em 2026 serão contemplados. O paciente, um homem de 24 anos, já recebeu atendimento e teve alta hospitalar.

Orientações e Cuidados Necessários

Além da aplicação do inseticida, as equipes estão orientando os moradores sobre a doença, formas de prevenção e cuidados para eliminar ambientes que favorecem a proliferação do mosquito-palha. A Unidade de Vigilância em Zoonoses (UVZ) também está coletando sangue de cães para diagnóstico da leishmaniose visceral canina.

Segundo dados da UVZ, em 2025 foram confirmados 387 casos de leishmaniose visceral canina e três em humanos. Neste ano, já foram registrados 117 casos em cães e um caso em humanos. A Vigilância Epidemiológica destaca que a leishmaniose não é transmitida diretamente dos cães para as pessoas; a infecção ocorre apenas pela picada da fêmea do mosquito-palha infectada.

Medidas de Prevenção

Manter quintais e terrenos limpos é essencial para impedir a proliferação do vetor. É recomendado evitar o acúmulo de folhas secas, restos de poda, galhos, fezes de animais, lixo orgânico, entulhos e materiais armazenados em locais úmidos e sombreados.

Outra medida importante é o uso de coleiras repelentes específicas para leishmaniose em cães, que podem ser encontradas em pet shops e ajudam a reduzir o contato dos animais com o vetor.

Os responsáveis devem estar atentos aos sinais da doença nos cães, como emagrecimento, feridas de difícil cicatrização, queda de pelos, crescimento excessivo das unhas, perda de apetite, sangramentos nasais e alterações oculares. Como alguns animais podem não apresentar sintomas, a realização de exames periódicos é fundamental para o diagnóstico precoce.

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Fonte: https://www.presidenteprudente.sp.gov.br/site/noticia/67080